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Terça-feira, 20 outubro de 2009   edições anteriores
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  Família da vítima defende a inocência de ex-promotor

Rodrigo Brancatelli

A irmã de Patrícia, Angélica Aggio Longo, disse ontem que a posição da família não mudou – eles defendem a inocência do promotor e não aceitam o exame de DNA que atesta que Igor não era o pai da criança que a advogada esperava.

O casal Maria Cecília e José Aggio Longo, pais de Patrícia, foi irredutível em todas as entrevistas na tese de que Igor Ferreira da Silva não é autor do crime.

Na época da condenação do promotor pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, a família também afirmou que tinha sido pressionada pelo Ministério Público.

“A nossa visão é a mesma, nada muda. Continuamos com a mesma opinião”, disse Angélica. As duas irmãs passaram juntas a tarde do dia 3 de junho de 1998 na casa dos pais, no Jardim São Paulo, zona norte de São Paulo. “Soubemos dessa prisão hoje, mas isso para a gente não importa, isso é coisa da polícia. O que aconteceu, aconteceu, para a gente o que importa é a morte da Patrícia. A prisão agora gera manchete para os jornais, mas não tem nada a ver com a gente.”



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