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Líder tucano pede que MP apure desvio no museu
O líder do PSDB no Senado, Artur Virgílio (AM), pediu ao Ministério Público que investigue o desvio de R$ 500 mil do patrocínio de R$ 1,3 milhão repassado pela Petrobrás à Fundação Sarney - conforme reportagem do Estado e JT.
O tucano protocolou representação contra o diretor da fundação, Raimundo Nonato Filho. O senador José Sarney (PMDB-AM), presidente e fundador da entidade, não é citado na ação. “Mas se ficar comprovada participação de Sarney, será incluído”, disse.
Denúncia ao Conselho de Ética
Virgílio enviou denúncia ao Conselho de Ética do Senado contra Sarney. Para abertura de processo disciplinar o tucano cita o artigo 321 do Código Penal, que diz ser crime patrocinar interesse privado perante a administração pública.
PF vê crime em ato secreto
Um mês após revelação da existência de atos secretos no Senado, o cerco se fechou contra Agaciel Maia, o ex-diretor geral que foi nomeado por Sarney e ficou no cargo por 14 anos. A Polícia Federal já identificou pelo menos um crime na edição dos boletins sigilosos: inserção de dados falsos no sistema de informação da Casa. A pena, em caso de condenação, varia de 2 a 12 anos de prisão. A PF busca provas para confirmar suspeita de formação de quadrilha.
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