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Segunda-feira, 30 abril de 2007   edições anteriores
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Assim Fábio Costa fala sobre o seu pênalti

ROBSON MORELLI, robson.morelli@grupoestado.com.br

Fábio Costa garantiu o Santos na final do Paulista. Salvou o time contra o Bragantino semana passada. Dormiu o sono dos justos. Ontem, cometeu pênalti no atacante Marcelinho quando o Santos perdia por 1 a 0. Chutou o joelho do rival em mais uma saída estabanada. Somália cobrou e aumentou a vantagem. O goleiro sabe que foi imprudente na jogada, uma de suas marcas registradas. Foi dormir de cabeça cheia.

Após o jogo, teve dois comportamentos distintos. No calor da disputa, ainda no gramado, achou absurda a decisão do juiz Paulo César de Oliveira. “Se ele deu pênalti, paciência! Acho que não foi. Fui na bola e a acertei antes de me chocar com o atleta do Azulão.”

Depois do banho, afinou a voz. “Fiz o cálculo errado, mas se o juiz deu é porque viu. Ele é pago para isso e está lá em cima no ranking da arbitragem do Paulista.”

Certo é que Fábio Costa não deixou ontem o Morumbi de ombros caídos, como o principal culpado pelo fracasso do Santos e pela vantagem que o São Caetano leva para a finalíssima. “Se na semana passada, com defesas importantes, eu não me considerei herói, hoje, apesar da situação, não me acho culpado pela derrota.”

Ainda em sua visão lá de trás, Fábio Costa viu o Santos superior ao adversário do ABC Paulista. Disse até que seu time poderia ter saído do Morumbi, palco também da próxima partida, domingo, às 16h, festejando goleada. “O São Caetano foi eficiente nas três vezes que chegou ao ataque. Nós perdemos chances, mas pelo que criamos poderíamos ter saído daqui com placar de 4 a 2 ou até 5 a 2”, comentou o goleiro santista.

Mais calmo ainda, após quase uma hora do fim da partida, Fábio Costa fez o que deveria: pedir desculpas aos torcedores pelo pênalti cometido numa jogada errada, nem tão difícil assim. “Peço desculpas ao torcedor. É claro que não quis fazer pênalti. Todos nós entramos para ajudar. Nem sempre isso é possível”, disse o jogador, que pouco trabalhou na partida. Fábio fez uma boa defesa, aos 26 do segundo tempo, em chute forte de Luiz Henrique. De resto, como disse o próprio técnico Luxemburgo, foi só buscar bola no fundo das redes.

Por duas vezes em sua entrevista Fábio fez questão de comentar que o Santos é um time grande (diferentemente do São Caetano). Buscou a expressão para exemplificar que nada está perdido ainda e que sim é possível fazer dois gols de diferença no duelo de volta e ficar com a taça. “Há um monte de histórias no futebol sobre equipes que precisavam buscar um placar e conseguiram. Não chegamos aqui por acaso. Temos méritos.”

Tiuí - O atacante foi cortado ontem do jogo porque não se acertou com o Santos. Seu contrato acaba hoje. Ele pertence ao Flu. Luxa disse que Tiuí não fica.



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