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Suspeita de bomba pára a Paulista
No segundo dia de ataques do Primeiro Comando da Capital, uma suspeita de bomba na Avenida Paulista, por volta da meia-noite de ontem, fez parte do sentido Consolação da via ficar interditada, entre as Ruas Haddock Lobo e Bela Cintra. Uma mala com o suposto artefato foi encontrada na esquina da Paulista com a Bela Cintra. Uma equipe do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi ao local e detonou o artefato.
Às 8h30, foi achada uma granada do Exército no chafariz da entrada do Túnel 9 de Julho. A polícia isolou a área e detonou a bomba às 10h, causando lentidão no trânsito. À tarde, uma suspeita de bomba na Av. Rebouças levou à interdição de um trecho da via. Não era bomba.
No fim da noite de segunda-feira um ônibus foi incendiado na esquina das Av. Juscelino Kubitschek e Henrique Chamma, na Vila Olímpia, na frente do Cirque du Soleil e da Daslu. Dois homens foram presos com coquetéis molotov próximo de uma garagem de ônibus, na região da Vila Amália, Zona Norte.
Mas a onda de violência se intensificou no interior de São Paulo. Até o fim da tarde de ontem, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) contabilizava 144 alvos atacados desde o início dos atentados, por volta das 23 horas de domingo.
Houve cinco ataques na região de Sorocaba - em um deles, na madrugada de ontem, um motoqueiro disparou três tiros contra o 11º DP, que estava vazio. Na Baixada Santista, a noite também foi tensa. Um ônibus foi incendiado no bairro Jóquei Clube, em São Vicente. No Vale do Paraíba, em Potim, 13 tiros foram disparados contra a agência do Banespa e o posto dos Correios na madrugada de ontem.
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