PM começa a multar quem levar criança sem cadeirinha
- 5 de setembro de 2010 |
- 23h12 |
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Categoria: Sem categoria
A PolÃcia Militar começa a multar hoje os motoristas que não transportarem corretamente crianças de zero a sete anos e meio em equipamentos de segurança para veÃculos como bebê conforto, cadeirinha ou booster no banco traseiro. A partir de sete anos e meio, a criança deve viajar com cinto de segurança sempre no banco de trás.
Para carros fabricados antes de 1998, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) liberou a cadeirinha no banco da frente e dispensou o booster no de trás. A exceção se explica porque os veÃculos mais antigos têm apenas cinto subabdominal (de dois pontos) no banco traseiro, que não alcança o diâmetro das cadeirinhas e tampouco oferece proteção para a criança no booster, deixando-as vulneráveis em caso de batida ou freada brusca.
Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai aumentar o monitoramento das vias nos horários de pico de retorno do feriado – amanhã à tarde e quarta-feira pela manhã. A CET estima que um milhão e meio de carros retornem das praias e do interior rumo à capital.
Educação
 O uso da cadeirinha e do cinto de segurança é tema da Semana Nacional de Trânsito, de 18 a 25 de setembro. O objetivo é conscientizar os motoristas sobre a necessidade de proteção à s crianças nos automóveis e a importância do cinto também no banco traseiro. A campanha educativa é promovida pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e veiculada nos meios de comunicação do PaÃs.
A fiscalização das cadeirinhas pelos órgãos estaduais competentes começou no dia 1º na maior parte do PaÃs. Entretanto, as multas aplicadas nos primeiros dias a veÃculos fabricados antes de 1998 serão anuladas. Em São Paulo, as blitze realizadas pela PM durante a primeira semana de vigência foram apenas educativas.
A multa para quem infringir a regra é de R$ 191,54, sete pontos na carteira e apreensão do veÃculo até que o problema seja sanado. A resolução vale para todos os veÃculos particulares, mas por enquanto exclui vans e peruas escolares da obrigatoriedade. O Contran promete editar em breve nova regra para o transporte escolar.
Trânsito é tranquilo na capital e nas rodovias paulistas
- 5 de setembro de 2010 |
- 18h23 |
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Categoria: Transporte
Fabiana Marchezi
O trânsito era tranquilo tanto na capital quanto nas principais rodovias paulistas no fim da tarde deste domino, 5, feriado prolongado da Independência, segundo informações da Companhia de Engenharia de Tráfego e das polÃcias rodoviárias federal e estadual.
De acordo com as concessionárias que administram as estradas, por volta das 18 horas, o movimento era normal nos Sistemas Anchieta-Imigrantes, Anhanguera-Bandeirantes e Castelo Branco-Raposo Tavares.
Mudança de tempo em São Paulo
- 5 de setembro de 2010 |
- 13h42 |
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Categoria: Clima
Por Pedro da Rocha
Depois da semana marcada por tempo seco, em que a Defesa Civil decretou estado de alerta em alguns dias, voltou a chover na madrugada de hoje, 5, em São Paulo. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), a elevação da umidade também diminui a concentração de poluentes, melhorando as condições do ar.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) afirmou que a chegada de uma frente fria causou garoa na cidade e queda na temperatura; a máxima prevista para hoje é de 22ºC. O tempo nublado, com chuviscos e vento forte, deve permanecer até quarta-feira, 8, quando o sol pode aparecer. A tendência é que a umidade relativa do ar fique acima de 70%. Na quinta-feira, 9, há possibilidade de chuvas fortes.
Lojas, não! Elas são as flagships
- 4 de setembro de 2010 |
- 23h45 |
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Categoria: Comportamento
Camile Migliato
Enquanto a cliente hesita entre o vestido e a saia, uma vendedora lhe serve uma taça de champanhe. Depois de escolher uma camisa polo, o rapaz se diverte dando umas tacadas na mesa de sinuca. Achou essas experiências inusitadas? Então, imagine ir à s compras em locais que reproduzem o ambiente de uma feira ao ar livre ou a orla de uma praia. Esse é o espÃrito das lojas-conceito, conhecidas em todo o mundo como flagships. O nome (“navio-bandeiraâ€, em tradução literal) remete à embarcação que, com seu estandarte, guiava as demais, além de representar seu paÃs de origem. Hoje, o termo significa liderança no mundo corporativo. As flagships apostam num visual diferenciado, com decoração, serviços exclusivos e exposição do produto que proporcionam ao consumidor um mergulho na marca.
A onda das flagships começou na Europa, no final do anos 1990. Uma das primeiras lojas-conceito do mundo foi a 10 Corso Como, em Milão, na Itália, seguida pela loja Colette, em Paris, na França. Esse novo e interessante conceito comercial só chegaria ao Brasil em 2000. Hoje, já são mais de 30 lojas com essa filosofia só em São Paulo, em diferentes segmentos, de marcas nacionais e estrangeiras.
A arquiteta Patricia Anastassiadis, responsável pelo projeto da flagship da Adidas, explica que as lojas-conceito são a maior experiência de uma empresa. “É fundamental, nesse tipo de projeto, mostrar o DNA da marca. É preciso proporcionar novas sensações ao cliente, aguçando, de preferência, os cinco sentidos para se chegar ao produtoâ€, diz Patricia.
O principal objetivo é promover a aproximação entre o consumidor e os itens da marca de maneira não convencional. Daà a exposição diferenciada dos produtos, com uma decoração muitas vezes ousada, e até o oferecimento de serviços inusitados – como os citados no inÃcio desta reportagem. Para o arquiteto Fabio Lacaz, que assina o projeto da flagship da Kiehl’s, a loja-conceito aumenta a divulgação, fortalece a marca e é uma bela estratégia de marketing.
“Geralmente, os vendedores recebem um treinamento diferenciado, são muito bem-informados sobre a marca e oferecem um serviço exclusivo para o consumidor, garantindo uma experiência únicaâ€, diz Lacaz.
Negócio caro
O investimento numa flagship é alto. Montar uma loja-conceito pode custar de duas a três vezes mais do que um estabelecimento convencional. “Isso depende da metragem, da localização e do material utilizado no lugarâ€, diz Patricia. O primeiro passo para montar uma loja-conceito é analisar o DNA da empresa e entender seu posicionamento no mercado. “O cliente precisa viver a experiência da marca de maneira completa, por meio da riqueza de materiais, da exclusividade. Tem de sair do convencionalâ€, explica.
Qualquer grife que tenha uma identidade e esteja posicionada no varejo pode ter sua flagship. Geralmente, ela é a matriz, a primeira unidade, mas nem sempre é assim. O caminho inverso também é comum. Uma marca pode montar diversas lojas e só depois planejar sua flagship. O mais importante é que o produto tenha design diferenciado, já que o conceito da loja trabalha essa caracterÃstica. Para João Armentano, um dos arquitetos mais estrelados de São Paulo, a flagship tem de seduzir e encantar. “A loja precisa envolver o cliente de maneira que ele queira voltarâ€, diz. É exatamente o que acontece com a estudante Fernanda Mantoan, 19 anos, que sempre vai à flagship da Billabong, na Rua Oscar Freire. “Não venho só para comprar. Eu gosto de estar aqui. Os quadros da loja são a minha caraâ€, conta.
O arquiteto português Rui Brochado de Morais e Castro, 35 anos, esteve pela primeira vez na flagship da Havaianas, também na Oscar Freire, e ficou encantado. “Os produtos são mais baratos do que na Europa e a variedade é muito grande. Parece que estou numa feira no meio da rua. A loja é lindaâ€, afirma. Essa experiência única e pessoal é a grande sacada das lojas-conceito. “Isso proporciona extensão e profundidade. É uma forma de vivenciar a marca, sem ser óbviaâ€, afirma Patricia Anastassiadis. Bem-vindo ao sedutor mundo das flagships.
A primeira vez em Itaquera: impressões de Bya Barros
- 4 de setembro de 2010 |
- 23h45 |
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Categoria: Comportamento, urbanismo
Por Cristiane Bomfim
“Itaquera parece uma cidade do interior. Me lembra a infânciaâ€, disse entusiasmada a decoradora Bya Barros no seu primeiro passeio pelo bairro da zona leste, a convite do Jornal da Tarde. Antes do anúncio da construção do estádio do Corinthians e a possibilidade de sediar a abertura da Copa do Mundo de 2014, ela só sabia que lá era “um bairro pobre com problemas de infraestruturaâ€.
“Eu imaginava algo bem pior do que é. Por isso estou achando maravilhosa essa visita. Estou conhecendo a cidade de verdadeâ€, disse, enquanto fotografava com sua cybershot pink a fachada de tudo o que via pela frente.
Seu luxuoso apartamento no Itaim-Bibi, na zona sul, está a 31 quilômetros do centro de Itaquera. Distância que parecia enorme, até ela conhecer a Linha 3-Vermelha do Metrô. “Nossa! Estou decorando alguns apartamentos do Jardim Anália Franco, que é pertinho da Estação Tatuapé. Da próxima vez, vou de metrô, porque sempre pego muito trânsito para vir para cá.â€
Sim, Bya já havia andado de metrô. “Claro que já. Várias vezes em Paris e em Londres. Mas acho o sistema londrino confuso. Em São Paulo, viajei uma vez só no metrô, entre a Sé e a Estação Santa Cruz. Faz tempo.†De trem, não.
E a viagem que começou na Estação D. Bosco, na Linha Coral da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), teve gosto de novidade. “Que chique essa estação!†Na hora de comprar o bilhete, se esqueceu de pagar. Foi alertada pelo funcionário. “Achei que você ia me dar um caloteâ€, brincou ele. “Desculpa. Quanto é?†Bya achou caro – R$ 2,65.
Fotos posadas na plataforma. Mais fotos dentro do vagão. “É fresquinho aqui, né?†Depois, a transição para a Linha Vermelha do Metrô. Encantou-se com os monitores nos vagões. “É bom que o povão se distrai.â€
Sentada num dos bancos, puxou papo com a auxiliar de limpeza Sueli dos Santos Ferreira. Ficou sabendo que a mulher, de 46 anos, tem 8 filhos. “Nossa! E você está inteirona! A gente vê quem é elegante pela postura. Parabéns!†Soube ainda que Sueli mora em Guaianases – um bairro depois de Itaquera –, e que ela leva diariamente 4 horas para ir e voltar do trabalho, na Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte.
“O metrô, quando não tem problema, é rápido. Mas os lotações que saem de Itaquera são tão ruins… Sempre atrasam e os motoristas fazem corpo moleâ€, critica Sueli. E foi aà que uma voz saiu dos alto-falantes da composição e anunciou: “Intervalo maior entre as paradas por causa de falha em trem na Estação Santa CecÃliaâ€.
Observou tudo no centro de Itaquera. Nota zero para a limpeza e calçadas esburacadas. “Precisa de um reforço na limpeza e as calçadas são péssimas. Imagina quanta gente já caiu nesses buracos!†A quantidade de veÃculos, igrejas evangélicas e parabólicas surpreendeu. “Estou impressionada com o número de carros bons e novos que tem por aqui. E quantas igrejas evangélicas! Acho que o povo se apega muito à fé. Tenho certeza que aqui não existe depressão como em bairro chique.â€
Ficou impressionada com as mais de cem barracas de camelôs na Avenida Campanella. “A maioria está vazia. Que hora esse povo vem trabalhar?†Passava das 9 horas. “Acho bárbaro que tenham camelódromos regularizados para as pessoas venderem seus produtos baratinhos, mas desde que não tenha uma confusão nas ruas e calçadas.†E uma das bancas – a do vendedor Daniel – tinha algo muito necessário para o closet de Bya: um tênis Adidas dourado, com sola transparente. Era pirateado. “Minhas amigas não vão acreditar que comprei esse tênis em Itaquera. É um luxo.†Ficou feliz com o preço – R$ 55. Mas foi embora de mãos abanando, porque Daniel não tinha nenhum 38, o número dela.
Bya não liga para roupas de grife, mas diz entender a vontade de quem quer usá-las. “Numa certa fase da nossa vida, a gente quer conquistar marcas. Eu já passei dessa fase. Tenho todas. Mas acho natural. Se você não almejar coisas, vai trabalhar para quê?â€
Senhorinhas conversando distraidamente na calçada em frente aos coloridos prédios de cinco andares da Cohab José Bonifácio fizeram a decoradora sorrir. “Rico é quem tem tempo para essas coisas gostosas da vida. Nos bairros de alto padrão, você não vê senhoras conversando nas calçadas. Elas marcam de ir à Cristallo (doceria da Oscar Freire) pela grife, para paquerar e ver os carrões passando.†Quase não acreditou quando disseram que são cerca de 200 prédios iguaizinhos. “É uma cidade dentro de São Paulo. E tudo arrumadinho.â€
Bya disse ter se sentido tão segura em Itaquera quanto no Itaim-Bibi. “Acho que se viesse sozinha, ficaria mais tensa. Mas é mais pelo que ouvi do que por causa de alguma cena que vi. Aqui, as pessoas têm o coração aveludado.â€
Se ela volta ao bairro? “Volto semana que vem para buscar meu tênis dourado. Agora já sei tudo de Itaqueraâ€, disse após quatro horas de passeio
Ritalina, a nova droga da balada
- 4 de setembro de 2010 |
- 23h45 |
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Categoria: Comportamento, Saúde
Mariana Lenharo
A universitária Gabrielle Garcia, de 18 anos, usa Ritalina desde os 13, quando recebeu do neurologista o diagnóstico de transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Desde então, as dificuldades na escola desapareceram e a capacidade de concentração melhorou. O problema, agora, é lidar com o assédio dos amigos: eles querem experimentar o medicamento – e não é para ir bem na prova.
A moda é o uso recreativo do remédio, muitas vezes associado ao álcool. “Eles têm muita curiosidade de saber como é o efeitoâ€, conta Gabrielle, que prefere não emprestar Ritalina para ninguém. “É bastante forte. Se a pessoa tiver algum efeito colateral, a responsabilidade será minhaâ€, avalia.
Gabrielle diz que o fascÃnio dos colegas pelo medicamento é fácil de explicar. “Ele é estimulante, percebo seu efeito no corpo, me sinto com mais disposição para fazer as coisas. É por isso que as pessoas que nem têm o problema acabam tomando, para ter essa sensaçãoâ€, acredita. Para os especialistas, a popularização da Ritalina e dos demais medicamentos à base de metilfenidato, usados no tratamento do TDAH, é notória: as vendas anuais desse tipo de medicação passaram de 71 mil caixas para 1,1 milhão entre 2000 e 2008.
Na opinião da psiquiatra Sandra Scivoletto, que atua no Programa de Ãlcool e Drogas na Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, a Ritalina usada como droga, na balada, faz parte de uma moda cÃclica entre os adolescentes. “Os jovens usam o que você imaginar e mais um pouco para ter ‘barato’. Faz parte da natureza deles experimentar. Antes, o que estava na moda era um anti-inflamatório, depois foi o medicamento para Parkinson e, agora, a Ritalinaâ€.
Segundo a médica, como o remédio tem venda controlada, geralmente o jovem o consegue com um irmão ou com um amigo que o toma com prescrição médica – como tentam fazer os colegas de Gabrielle. Mas, em quem não tem TDAH, a Ritalina provoca uma estimulação excessiva, explica o médico Elisaldo Carlini, diretor do Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas da Unifesp. “A pessoa fica agitada, ligada, mais extrovertida e com uma capacidade de se comunicar maiorâ€, esclarece.
Quando o remédio é misturado ao álcool seus efeitos e reações adversas são potencializados. O jovem pode apresentar insônia, falta de fome, náuseas, dores abdominais, dores de cabeça, tonturas, nervosismo, taquicardia e palpitações.
Segundo a farmacêutica e toxicologista Nádia Tawil, consultora do Instituto Brasileiro de Estudos Toxicológicos e Farmacológicos, em algumas pessoas os danos podem ser até mais graves. “O jovem que usa o remédio por diversão, para ficar ligado na balada, não tem noção do que pode ocorrer. Em alguns casos, esse uso pode levar até a um enfarte fulminante.â€
Ainda não há estudos que esclareçam se o uso recreativo da Ritalina pode causar dependência. Segundo a psiquiatra Sandra, um jovem nessa situação deve receber “acompanhamento para ver os fatores de risco que o comportamento traz e perceber que isso poderá levá-lo a experimentar outras drogasâ€. Para os pais, se houver suspeita sobre o uso recreativo, Sandra indica levar o filho a profissionais de saúde para fazer uma avaliação.
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balada, Drogas, Ritalina, TDAH, transtorno de déficit de atenção
Rodovias que levam ao litoral têm trânsito intenso
- 4 de setembro de 2010 |
- 17h59 |
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Categoria: Transporte
KÃvia Costa
As rodovias estaduais que levam ao litoral de São Paulo têm trânsito intenso na tarde deste sábado.A Anchieta registra lentidão do km 40 ao 57, na descida da serra. Na Rodovia dos Imigrantes, o congestionamento chega a 17 quilometros e se estende do km 40 ao 57, entre São Bernardo do Campo e Cubatão.
A Régis Bittencourt segue com tráfego intenso na região de Miracatu e na Serra do Cafezal, onde há 15km de lentidão no sentido Curitiba. No sentido São Paulo, o motorista reduz a velocidade entre o km 349 e o 339.
O fluxo segue lento também na Rodovia Carvalho Pinto, onde há 8 quilômetros de congestionamento, no trecho que vai de Caçapava a Taubaté. Na Ayrton Senna, o congestionamento chega a 7 quilometros na região de Guarulhos, sentido interior, entre o km 12 e o 19.
Acidente deixa 13 feridos em São Paulo
- 4 de setembro de 2010 |
- 17h51 |
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Categoria: Transporte
KÃvia Costa
Um ônibus e um micro-ônibus colidiram por volta das 11h43 deste sábado, dia 4, deixando 13 pessoas feridas no Capão Redondo, segundo o Corpo de Bombeiros. O acidente ocorreu na altura do número 5.700 da Estrada de Itapecerica, zona sul de São Paulo.
As vÃtimas foram socorridas pelos bombeiros e por ambulâncias foram encaminhadas com ferimentos leves a prontos-socorros da região.
Qualidade do ar continua baixa
- 4 de setembro de 2010 |
- 14h45 |
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Categoria: Clima
Por KÃvia Costa
A umidade relativa do ar continua muito baixa em São Paulo, onde não chove forte desde o dia 16 de julho. O Ãndice registrado no começo da tarde deste sábado é de apenas 17%, segundo a CGE, no mirante de Santana, Zona Norte.
Essas condições favorecem a formação de queimadas e dificultam a dispersão de poluentes, o que prejudica a qualidade do ar.
A previsão é de que o domingo continue seco, com céu aberto e altas temperaturas até o final da tarde, quando o ar deve ganhar umidade.
O tempo deve ficar nublado entre o domingo e a segunda-feira, quando poderá ter garoa na capital.
Mais Avenida Jacu-Pêssego no dia 25
- 3 de setembro de 2010 |
- 22h05 |
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Categoria: Transporte, urbanismo
Bruno Ribeiro
O Rodoanel Mário Covas vai ganhar uma ligação direta com a Rodovia Ayrton Senna, no leste da capital, daqui a três semanas. O governo do Estado marcou a entrega da ampliação da Avenida Jacu-Pêssego para o próximo dia 25. A obra ganhou uma importância extra na última semana: ligará o Rodoanel ao futuro estádio do Corinthians, em Itaquera, que será usado na Copa do Mundo de 2014. A via, porém, será aberta inacabada. Os postes de luz só vão ser instalados daqui a 40 dias.
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Prolongamento da Avenida Jacu-Pêssego vai ser entregue no dia 25 com algumas obras complementares incompletas (Leonardo Soares/AE)
A avenida pode representar também a saÃda definitiva dos caminhões pesados do centro da cidade. “A Prefeitura mantém estudos, em conjunto com o governo do Estado, sobre as rotas de caminhões de carga que passam pela capital. Com base nesse material, a Prefeitura decidirá se, com a inauguração do novo trecho da Avenida Jacu-Pêssego, vai restringir o tráfego de caminhões nas avenidas do Estado e Salim Farah Maluf e na Marginal do Tietêâ€, diz a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em nota. Essas vias são as que mais receberam caminhões desde a proibição de trânsito na Marginal do Pinheiros, que começou nesta quinta-feira, 2.
Cerca de 290 mil pessoas vivem nos bairros ao redor da Jacu-Pêssego. É uma das regiões mais populosas da capital (mais de 150 habitantes por hectare). Entre os moradores, há a esperança de mais oportunidades de emprego e o receio da perda de qualidade de vida na região, que ainda tem ares de cidade do interior (leia ao lado).
O trecho atual da avenida liga a Rodovia Ayrton Senna (que é prolongação da Marginal do Tietê) à Avenida Ragueb Chohfi, em São Mateus (zona leste). O caminho passa a menos de dois quilômetros da Estação Corinthians-Itaquera do Metrô, onde será erguido o estádio do Corinthians.
A ampliação está construindo mais 13,2 km de pistas até o fim do Trecho Sul do Rodoanel, na Avenida Papa João XXIII, em Mauá (ABC). Dessa forma, a via formará um anel interno ao Rodoanel, criando uma rota alternativa de tráfego sem passar pelo centro.
Acabamento
O prolongamento da Jacu-Pêssego será entregue no último fim de semana antes do 1º turno das eleições. A previsão da empresa Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), do governo do Estado, é instalar os postes em outubro.
No canteiro, os operários trabalham nos arremates finais. “As obras civis já estão prontas. Falta o acabamento. Temos de instalar os postes, fazer a pintura no asfalto e o arremate nos canteiros. Mais 15 dias e tudo ficará prontoâ€, disse um funcionário, que pediu para não ser identificado, na semana passada. Ele trabalha no trecho onde começa a ampliação, ao lado da Avenida Ragueb Chohfi.
No outro extremo, em Mauá, as informações são as mesmas. “Só falta dar o arremateâ€, diz um operário. Embora o Trecho Sul do Rodoanel tenha sido inaugurado há cinco meses, em abril, o pedaço de pista que o ligará à Avenida Jacu-Pêssego só deve ser aberto com a nova avenida.
A Dersa diz esperar 40 mil veÃculos por dia na via – 6.000 deles, caminhões. A obra foi orçada em R$ 1,9 bilhão. O Trecho Leste do Rodoanel está na fase de licitação.
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